sábado, 5 de abril de 2008
Hotel Fraternité
Ouvi a música Hotel Fraternité, com Arnaldo Antunes cantando, muito boa, gostei e já adicionei a minha lista na Last.FM.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL É CONDENADO A 17 ANOS DE PRISÃO
Terminou por volta da 1h30 desta madrugada o julgamento do policial rodoviário federal Agamenon Gonçalves Lima, acusado de ser o mandante do assassinato de dois outros policiais rodoviários federais, em janeiro de 2002. O réu foi condenado a 17 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado, pela sessão do júri, que chegou a um resultado de 4x3. O julgamento correu pela 4ª Vara Federal e aconteceu no auditório da Justiça Federal em Pernambuco, tendo sido presidido pelo juiz federal Allan Endry Veras Ferreira. Os advogados do réu já informaram que vão recorrer da sentença na 2ª instância.
terça-feira, 1 de abril de 2008
JUSTIÇA FEDERAL REALIZA JULGAMENTO DE POLICIAL RODOVIÁRIO ACUSADO DE SER MANDANTE DE ASSASSINATO
Acontece amanhã (dia 02/04), a sessão do júri do julgamento do policial rodoviário federal Agamenon Gonçalves Lima, acusado de ser o mandante do assassinato de dois outros policiais rodoviários federais, em fevereiro de 2002, nas proximidades da cidade de Palmares, durante uma atividade de patrulhamento. A sessão acontece a partir das 9 horas, na 4ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco, sendo presidida pelo juiz federal Allan Endry Veras Ferreira.
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Agamenon organizou, dirigiu e induziu os vigilantes Edílson Félix de Oliveira, o Dissa, e José Ednaldo Soares, o Edinho, a praticarem o crime, inclusive repassando informações de local e horário em que as vítimas estariam em patrulhamento. O motivo do assassinato foi um desentendimento anterior ocorrido entre o réu e os outros policiais, que teriam deixado de repassar para Agamenon parte de uma propina recebida em razão da passagem, na BR 101, de um carregamento com cerca de 100 kg de maconha
Os acusados de serem os executores do assassinato foram julgados no ano passado. Edílson de Oliveira foi absolvido, enquanto José Soares foi condenado a 14 anos e 7 meses de reclusão.
Supervisor de Comunicação Social
Justiça Federal em Pernambuco
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Agamenon organizou, dirigiu e induziu os vigilantes Edílson Félix de Oliveira, o Dissa, e José Ednaldo Soares, o Edinho, a praticarem o crime, inclusive repassando informações de local e horário em que as vítimas estariam em patrulhamento. O motivo do assassinato foi um desentendimento anterior ocorrido entre o réu e os outros policiais, que teriam deixado de repassar para Agamenon parte de uma propina recebida em razão da passagem, na BR 101, de um carregamento com cerca de 100 kg de maconha
Os acusados de serem os executores do assassinato foram julgados no ano passado. Edílson de Oliveira foi absolvido, enquanto José Soares foi condenado a 14 anos e 7 meses de reclusão.
Supervisor de Comunicação Social
Justiça Federal em Pernambuco
quinta-feira, 27 de março de 2008
PRF recupera seis veículos roubados
Autor: Nucom/BA
Data de Inserção: 18/03/2008
Policiais Rodoviários Federais recuperaram seis veículos roubados e detiveram três pessoas.
Em Ribeira do Pombal, no km 172 da BR 110, Juraci Tomé Silva, 41, condutor do VW Gol, placas JNL 8963/BA, com placas fria JML 6151/BA.
Em Jeremoabo, km 82 da BR 235, José Delson de Jesus Pereira, vulgo Dedé, 40, condutor Honda CG 125 TITAN, placa DCS 4957/SP.
Em Itamarajú, na BR 101, Ismael de Jesus Morais, 21, condutor do VW Gol, placas JMX 2447/BA.
Em Simões Filho, no km 607 da BR 324, o Fiat/Uno, placaS JNR 9273/BA.
Em Cícero Dantas, no km 155 da BR 110, abandonada, a Honda CG 150, placa JQG 9271/BA.
Em Camacã, no km 584 da BR 101, abandonado, o VW/ 8.150, placas KIZ 6104/BA.
Ocorrências encaminhadas às delegacias de Polícia Civil de Ribeira do Pombal, Jeremoabo e Itamarajú.
Data de Inserção: 18/03/2008
Policiais Rodoviários Federais recuperaram seis veículos roubados e detiveram três pessoas.
Em Ribeira do Pombal, no km 172 da BR 110, Juraci Tomé Silva, 41, condutor do VW Gol, placas JNL 8963/BA, com placas fria JML 6151/BA.
Em Jeremoabo, km 82 da BR 235, José Delson de Jesus Pereira, vulgo Dedé, 40, condutor Honda CG 125 TITAN, placa DCS 4957/SP.
Em Itamarajú, na BR 101, Ismael de Jesus Morais, 21, condutor do VW Gol, placas JMX 2447/BA.
Em Simões Filho, no km 607 da BR 324, o Fiat/Uno, placaS JNR 9273/BA.
Em Cícero Dantas, no km 155 da BR 110, abandonada, a Honda CG 150, placa JQG 9271/BA.
Em Camacã, no km 584 da BR 101, abandonado, o VW/ 8.150, placas KIZ 6104/BA.
Ocorrências encaminhadas às delegacias de Polícia Civil de Ribeira do Pombal, Jeremoabo e Itamarajú.
terça-feira, 18 de março de 2008
O Juvenal
O Juvenal estava desempregado há meses.
Com a resistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um
emprego em mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador
observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes
ideais e lhe perguntou:
-Qual foi seu último salário?
- "R$950,00", respondeu Juvenal.
- Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
-Jura?
-Que carro o Sr. tem?
- Na verdade, só tenho um fusquinha velhinho que nem anda mais!
-Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para
sua esposa! Tudo zero!
-Jura?
-O senhor viaja muito para o exterior?
-O mais longe que fui, foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
-Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para
Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
-E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque
tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã
(sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso
cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite
da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.
Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e
contou as boas novas.
Convidou todos os vizinhos para uma churrascada comemorativa a base de muita
música. Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da
noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta.
Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.
A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.
E a banda tocava!
E o choop gelado rolava!
O povo dançava!
Onze horas, Juvenal já era o rei da sua rua.
Gastou horrores para o povão encher a pança. Tudo por conta do primeiro
salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba,
meio assustada.
Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........
Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...
Era do Correio!
A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?
- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.
-Jogaram água na churrasqueira!
O chopp esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!
A motoca parou!
-Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- Si, si, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
-OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
-Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava...
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para
todos.
Silêncio total.
Respirou fundo e abriu o telegrama.
Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.- E agora?
Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo
que o encarava...
Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a
gritar eufórico.
- Mamãe Morreeeeuuu!!!!! Mamãe Morreeeeuuu!!!!!!!
Com a resistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um
emprego em mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador
observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes
ideais e lhe perguntou:
-Qual foi seu último salário?
- "R$950,00", respondeu Juvenal.
- Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
-Jura?
-Que carro o Sr. tem?
- Na verdade, só tenho um fusquinha velhinho que nem anda mais!
-Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para
sua esposa! Tudo zero!
-Jura?
-O senhor viaja muito para o exterior?
-O mais longe que fui, foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
-Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para
Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
-E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque
tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã
(sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso
cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite
da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.
Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e
contou as boas novas.
Convidou todos os vizinhos para uma churrascada comemorativa a base de muita
música. Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da
noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta.
Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.
A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.
E a banda tocava!
E o choop gelado rolava!
O povo dançava!
Onze horas, Juvenal já era o rei da sua rua.
Gastou horrores para o povão encher a pança. Tudo por conta do primeiro
salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba,
meio assustada.
Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........
Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...
Era do Correio!
A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?
- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.
-Jogaram água na churrasqueira!
O chopp esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!
A motoca parou!
-Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- Si, si, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
-OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
-Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava...
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para
todos.
Silêncio total.
Respirou fundo e abriu o telegrama.
Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.- E agora?
Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo
que o encarava...
Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a
gritar eufórico.
- Mamãe Morreeeeuuu!!!!! Mamãe Morreeeeuuu!!!!!!!
segunda-feira, 17 de março de 2008
Ei, tá vendo isso?
O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) divulgou em seu site (www.detran.sp.gov.br) uma nova lista com 21.514 motoristas que podem perder a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por terem ultrapassado o limite de 20 pontos de infrações em 12 meses. Caso os condutores não apresentem defesa no prazo de notificação, serão julgados à revelia e podem ter suas habilitações suspensas. A medida está prevista no Código de Trânsito Brasileiro e na Resolução 182, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em 9 de outubro de 2005.
Também estão na lista motoristas que foram autuados por infrações gravíssimas, como por exemplo dirigir embriagado, participar de racha, ultrapassar 50% da velocidade máxima da via ou, no caso de motociclistas, pilotar sem capacete. Os infratores recebem notificação estipulando prazo para defesa junto ao Detran antes da apreensão da carteira de habilitação. Os condutores que tiverem seus recursos negados estarão em situação irregular e deverão comparecer ao órgão de trânsito onde estão cadastrados e entregar sua CNH. Os condutores com as carteiras suspensas perderão o direito de dirigir durante um período que varia de um mês a um ano, dependendo da gravidade das infrações cometidas. As informações são da assessoria de imprensa do Detran-SP.
E aí? Pensavam que podiam sair por aí aprontando com uma arma, digo, com um carro? O paí ó!!!
Também estão na lista motoristas que foram autuados por infrações gravíssimas, como por exemplo dirigir embriagado, participar de racha, ultrapassar 50% da velocidade máxima da via ou, no caso de motociclistas, pilotar sem capacete. Os infratores recebem notificação estipulando prazo para defesa junto ao Detran antes da apreensão da carteira de habilitação. Os condutores que tiverem seus recursos negados estarão em situação irregular e deverão comparecer ao órgão de trânsito onde estão cadastrados e entregar sua CNH. Os condutores com as carteiras suspensas perderão o direito de dirigir durante um período que varia de um mês a um ano, dependendo da gravidade das infrações cometidas. As informações são da assessoria de imprensa do Detran-SP.
E aí? Pensavam que podiam sair por aí aprontando com uma arma, digo, com um carro? O paí ó!!!
BBB
Nós os BBBs, (leia-se "big" bestas brasileiros) que compramos lixo de outros países. Passemos a pensar como GENTE GRANDE. Deixemos de ser IDIOTAS, será possível um povo ser tão burro? Abaixo a matéria completa do Globo. Êta povinho!!!
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Pneus velhos, fraude nova
13/3/2008 - 09:54:27

Doze empresas que conseguiram trazer para o Rio 250 contêineres com cerca de 220 mil pneus usados da Europa estão sendo investigadas pela Receita Federal. O material está retido no Porto até que o setor de inteligência do órgão apresente um relatório final sobre caso. Há suspeitas de que alguns importadores tenham burlado a legislação para revender o produto no Rio e em estados vizinhos, o que é proibido. Desde 1997, o Brasil não autoriza a importação de pneus usados, porque são considerados lixo de difícil destinação, causando sérios danos à natureza. Com menos tempo útil de vida, eles são usados e logo descartados no meio ambiente.
As investigações no Rio começaram depois que a Receita desencadeou em fevereiro, no Espírito Santo, no Paraná e na Bahia, a Operação Lixeira, que identificou compradores que obtinham na Justiça liminares para trazer o produto do exterior.
Eles alegavam que importavam matériaprima que seria remodelada e transformada de novo num pneu.
Mas a Receita descobriu que algumas empresas não tinham sequer capacidade para fazer a remodelagem e estavam revendendo pneus velhos.
Duas importadoras descobertas na fraude no Espírito Santo também têm negócios no Rio e são responsáveis por parte da carga retida no Porto. A preço de mercado de um pneu já remodelado, os 220 mil poderão render às empresas cerca de R$ 19 milhões.
— Decidimos, por medida cautelar, verificar onde havia pneus importados nas mesmas condições das encontradas no Espírito Santo (com autorização judicial). Estamos analisando se as empresas donas desses contêineres têm condições de fazer a remodelagem.
Quem não tiver sofrerá punições — diz o superintendente da Receita no Rio, Cesar Barbiero.
Ano passado, 40 mil pneus apreendidos
A grande quantidade de pneus velhos descartados anualmente tem dado trabalho à prefeitura. Entre dezembro de 2006 e janeiro deste ano, os depósitos da Comlurb receberam cerca de um milhão. Já a Receita apreendeu outros 40 mil que entraram irregularmente no Rio. Em muitos casos, as empresas embarcam o produto na Europa sem ter conseguido ainda a liminar na Justiça. Há registros de importadores que simplesmente abandonam a carga no Porto quando não conseguem a liberação judicial.
Um pneu novo de carro de passeio custa em média R$ 130. Já o remodelado pode ser comprado por R$ 90, segundo a Associação de Recauchutadores do Estado do Rio (Arterj). A entidade estima que as empresas sediadas no Rio vendam cerca de cem mil remodelados todos os anos.
Não é difícil encontrar pneus no meio ambiente. No Canal do Cunha, próximo à Linha Vermelha, uma canoa está repleta deles. Na Estrada Velha de Jacarepaguá, próximo a Rio das Pedras, também há pneus abandonados. Dados da Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus (ABR) indicam que, todos os anos, cerca de 16 milhões de pneus são remodelados no Brasil.
Na avaliação de Barbiero, as importadoras que burlam a legislação cometem várias infrações, a principal delas contra o meio ambiente. Segundo ele, no caso do Rio, há fraude também contra o Judiciário, que é enganado, achando que concedeu liminares a empresas de remodelagem. Já o superintendente do Ibama no Rio, Rogério Rocco, explica que, ao comprar pneus usados, o Rio está, na verdade, importando um passivo ambiental, que aqui já é alto devido à produção nacional. Empresas que trazem pneus usados do exterior, o que hoje só é possível devido às liminares, podem ser multadas em até R$ 400 por unidade, caso seja comprovado que os produtos estão sendo vendidos diretamente para o consumidor final.
Diretor-executivo da ABR, Lupécio Luzia Friolani defende a investigação da Receita e diz ser favorável à liberação da importação de carcaça de pneus para remodelagem. Friolani afirma que as empresas têm recorrido a liminares porque existe procura do produto e a indústria nacional não consegue atender à demanda.
O Globo
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Pneus velhos, fraude nova
13/3/2008 - 09:54:27

Doze empresas que conseguiram trazer para o Rio 250 contêineres com cerca de 220 mil pneus usados da Europa estão sendo investigadas pela Receita Federal. O material está retido no Porto até que o setor de inteligência do órgão apresente um relatório final sobre caso. Há suspeitas de que alguns importadores tenham burlado a legislação para revender o produto no Rio e em estados vizinhos, o que é proibido. Desde 1997, o Brasil não autoriza a importação de pneus usados, porque são considerados lixo de difícil destinação, causando sérios danos à natureza. Com menos tempo útil de vida, eles são usados e logo descartados no meio ambiente.
As investigações no Rio começaram depois que a Receita desencadeou em fevereiro, no Espírito Santo, no Paraná e na Bahia, a Operação Lixeira, que identificou compradores que obtinham na Justiça liminares para trazer o produto do exterior.
Eles alegavam que importavam matériaprima que seria remodelada e transformada de novo num pneu.
Mas a Receita descobriu que algumas empresas não tinham sequer capacidade para fazer a remodelagem e estavam revendendo pneus velhos.
Duas importadoras descobertas na fraude no Espírito Santo também têm negócios no Rio e são responsáveis por parte da carga retida no Porto. A preço de mercado de um pneu já remodelado, os 220 mil poderão render às empresas cerca de R$ 19 milhões.
— Decidimos, por medida cautelar, verificar onde havia pneus importados nas mesmas condições das encontradas no Espírito Santo (com autorização judicial). Estamos analisando se as empresas donas desses contêineres têm condições de fazer a remodelagem.
Quem não tiver sofrerá punições — diz o superintendente da Receita no Rio, Cesar Barbiero.
Ano passado, 40 mil pneus apreendidos
A grande quantidade de pneus velhos descartados anualmente tem dado trabalho à prefeitura. Entre dezembro de 2006 e janeiro deste ano, os depósitos da Comlurb receberam cerca de um milhão. Já a Receita apreendeu outros 40 mil que entraram irregularmente no Rio. Em muitos casos, as empresas embarcam o produto na Europa sem ter conseguido ainda a liminar na Justiça. Há registros de importadores que simplesmente abandonam a carga no Porto quando não conseguem a liberação judicial.
Um pneu novo de carro de passeio custa em média R$ 130. Já o remodelado pode ser comprado por R$ 90, segundo a Associação de Recauchutadores do Estado do Rio (Arterj). A entidade estima que as empresas sediadas no Rio vendam cerca de cem mil remodelados todos os anos.
Não é difícil encontrar pneus no meio ambiente. No Canal do Cunha, próximo à Linha Vermelha, uma canoa está repleta deles. Na Estrada Velha de Jacarepaguá, próximo a Rio das Pedras, também há pneus abandonados. Dados da Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus (ABR) indicam que, todos os anos, cerca de 16 milhões de pneus são remodelados no Brasil.
Na avaliação de Barbiero, as importadoras que burlam a legislação cometem várias infrações, a principal delas contra o meio ambiente. Segundo ele, no caso do Rio, há fraude também contra o Judiciário, que é enganado, achando que concedeu liminares a empresas de remodelagem. Já o superintendente do Ibama no Rio, Rogério Rocco, explica que, ao comprar pneus usados, o Rio está, na verdade, importando um passivo ambiental, que aqui já é alto devido à produção nacional. Empresas que trazem pneus usados do exterior, o que hoje só é possível devido às liminares, podem ser multadas em até R$ 400 por unidade, caso seja comprovado que os produtos estão sendo vendidos diretamente para o consumidor final.
Diretor-executivo da ABR, Lupécio Luzia Friolani defende a investigação da Receita e diz ser favorável à liberação da importação de carcaça de pneus para remodelagem. Friolani afirma que as empresas têm recorrido a liminares porque existe procura do produto e a indústria nacional não consegue atender à demanda.
O Globo
domingo, 16 de março de 2008
Voce mora em São Paulo
Cuidado!!!
Dez pessoas morrem todos os dias em São Paulo vítimas da poluição
"Abortos, ataques cardíacos, problemas respiratórios...
...ficar parado no trânsito por duas horas é como fumar dois cigarros por dia".
Clique e ouça pela CBN.
Dez pessoas morrem todos os dias em São Paulo vítimas da poluição
"Abortos, ataques cardíacos, problemas respiratórios...
...ficar parado no trânsito por duas horas é como fumar dois cigarros por dia".
Clique e ouça pela CBN.
Escritores da Liberdade e Um Crime de Mestre
O segundo filme, "Um Crime de Mestre", com o impagável Antony Hopkins, conta a história de um homem que mata sua esposa após descobrir que ela o traía com um policial e no momento de sua prisão, planejada por ele, consegue trocar sua arma com a de seu algoz. Aí o caldo entorna para o policial. O bom do filme é a disputa de Ted ( Hopkins) e o promotor Willy Beachum (Ryan Gosling) Quer saber mais, assista.
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