Carla se tornou uma celebridade depois de enlouquecer o Brasil rebolando o tchan em coreografias sensuais ao som da axé music.Em 1998 deixou a banda baiana É o Tchan, na qual dividia o palco com Compadre Washington, Jacaré e a morena Sheila Carvalho, para investir em outras áreas.Foi contratada como apresentadora no SBT. Trabalhou no Fantasia e depois assumiu Canta e Dança Minha Gente. No mesmo ano lançou o filme Cinderela Baiana, baseado na sua própria história. E não parou mais. Participa como atriz num quadro de A Praça e Nossa e quer gravar um CD.Com o crescimento na carreira, ela mudou o visual. Fez plásticas, emagreceu, aumentou os seios e adquiriu formas mais longilíneas. Pesquisa e texto: Fabiana Fevorini
sábado, 5 de abril de 2008
Para relembrar
Carla se tornou uma celebridade depois de enlouquecer o Brasil rebolando o tchan em coreografias sensuais ao som da axé music.Em 1998 deixou a banda baiana É o Tchan, na qual dividia o palco com Compadre Washington, Jacaré e a morena Sheila Carvalho, para investir em outras áreas.Foi contratada como apresentadora no SBT. Trabalhou no Fantasia e depois assumiu Canta e Dança Minha Gente. No mesmo ano lançou o filme Cinderela Baiana, baseado na sua própria história. E não parou mais. Participa como atriz num quadro de A Praça e Nossa e quer gravar um CD.Com o crescimento na carreira, ela mudou o visual. Fez plásticas, emagreceu, aumentou os seios e adquiriu formas mais longilíneas. Pesquisa e texto: Fabiana Fevorini
Tadeu Mello, da 'Turma do Didi', está com dengue
O ator Tadeu Melo, que interpreta o Tatá no humorístico A Turma do Didi, da TV Globo, está com dengue. "Hoje é o meu segundo dia de doença. Não tinha noção que derruba mesmo. Senti calafrios, meu corpo está todo pintado e passei muito mal, sem posição para dormir¿, conta o ator.
» Leia mais em 'OFuxico'
» Conheça os sintomas para identificar a dengue
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» Conheça os sintomas para identificar a dengue
Hotel Fraternité
Ouvi a música Hotel Fraternité, com Arnaldo Antunes cantando, muito boa, gostei e já adicionei a minha lista na Last.FM.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL É CONDENADO A 17 ANOS DE PRISÃO
Terminou por volta da 1h30 desta madrugada o julgamento do policial rodoviário federal Agamenon Gonçalves Lima, acusado de ser o mandante do assassinato de dois outros policiais rodoviários federais, em janeiro de 2002. O réu foi condenado a 17 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado, pela sessão do júri, que chegou a um resultado de 4x3. O julgamento correu pela 4ª Vara Federal e aconteceu no auditório da Justiça Federal em Pernambuco, tendo sido presidido pelo juiz federal Allan Endry Veras Ferreira. Os advogados do réu já informaram que vão recorrer da sentença na 2ª instância.
terça-feira, 1 de abril de 2008
JUSTIÇA FEDERAL REALIZA JULGAMENTO DE POLICIAL RODOVIÁRIO ACUSADO DE SER MANDANTE DE ASSASSINATO
Acontece amanhã (dia 02/04), a sessão do júri do julgamento do policial rodoviário federal Agamenon Gonçalves Lima, acusado de ser o mandante do assassinato de dois outros policiais rodoviários federais, em fevereiro de 2002, nas proximidades da cidade de Palmares, durante uma atividade de patrulhamento. A sessão acontece a partir das 9 horas, na 4ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco, sendo presidida pelo juiz federal Allan Endry Veras Ferreira.
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Agamenon organizou, dirigiu e induziu os vigilantes Edílson Félix de Oliveira, o Dissa, e José Ednaldo Soares, o Edinho, a praticarem o crime, inclusive repassando informações de local e horário em que as vítimas estariam em patrulhamento. O motivo do assassinato foi um desentendimento anterior ocorrido entre o réu e os outros policiais, que teriam deixado de repassar para Agamenon parte de uma propina recebida em razão da passagem, na BR 101, de um carregamento com cerca de 100 kg de maconha
Os acusados de serem os executores do assassinato foram julgados no ano passado. Edílson de Oliveira foi absolvido, enquanto José Soares foi condenado a 14 anos e 7 meses de reclusão.
Supervisor de Comunicação Social
Justiça Federal em Pernambuco
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Agamenon organizou, dirigiu e induziu os vigilantes Edílson Félix de Oliveira, o Dissa, e José Ednaldo Soares, o Edinho, a praticarem o crime, inclusive repassando informações de local e horário em que as vítimas estariam em patrulhamento. O motivo do assassinato foi um desentendimento anterior ocorrido entre o réu e os outros policiais, que teriam deixado de repassar para Agamenon parte de uma propina recebida em razão da passagem, na BR 101, de um carregamento com cerca de 100 kg de maconha
Os acusados de serem os executores do assassinato foram julgados no ano passado. Edílson de Oliveira foi absolvido, enquanto José Soares foi condenado a 14 anos e 7 meses de reclusão.
Supervisor de Comunicação Social
Justiça Federal em Pernambuco
quinta-feira, 27 de março de 2008
PRF recupera seis veículos roubados
Autor: Nucom/BA
Data de Inserção: 18/03/2008
Policiais Rodoviários Federais recuperaram seis veículos roubados e detiveram três pessoas.
Em Ribeira do Pombal, no km 172 da BR 110, Juraci Tomé Silva, 41, condutor do VW Gol, placas JNL 8963/BA, com placas fria JML 6151/BA.
Em Jeremoabo, km 82 da BR 235, José Delson de Jesus Pereira, vulgo Dedé, 40, condutor Honda CG 125 TITAN, placa DCS 4957/SP.
Em Itamarajú, na BR 101, Ismael de Jesus Morais, 21, condutor do VW Gol, placas JMX 2447/BA.
Em Simões Filho, no km 607 da BR 324, o Fiat/Uno, placaS JNR 9273/BA.
Em Cícero Dantas, no km 155 da BR 110, abandonada, a Honda CG 150, placa JQG 9271/BA.
Em Camacã, no km 584 da BR 101, abandonado, o VW/ 8.150, placas KIZ 6104/BA.
Ocorrências encaminhadas às delegacias de Polícia Civil de Ribeira do Pombal, Jeremoabo e Itamarajú.
Data de Inserção: 18/03/2008
Policiais Rodoviários Federais recuperaram seis veículos roubados e detiveram três pessoas.
Em Ribeira do Pombal, no km 172 da BR 110, Juraci Tomé Silva, 41, condutor do VW Gol, placas JNL 8963/BA, com placas fria JML 6151/BA.
Em Jeremoabo, km 82 da BR 235, José Delson de Jesus Pereira, vulgo Dedé, 40, condutor Honda CG 125 TITAN, placa DCS 4957/SP.
Em Itamarajú, na BR 101, Ismael de Jesus Morais, 21, condutor do VW Gol, placas JMX 2447/BA.
Em Simões Filho, no km 607 da BR 324, o Fiat/Uno, placaS JNR 9273/BA.
Em Cícero Dantas, no km 155 da BR 110, abandonada, a Honda CG 150, placa JQG 9271/BA.
Em Camacã, no km 584 da BR 101, abandonado, o VW/ 8.150, placas KIZ 6104/BA.
Ocorrências encaminhadas às delegacias de Polícia Civil de Ribeira do Pombal, Jeremoabo e Itamarajú.
terça-feira, 18 de março de 2008
O Juvenal
O Juvenal estava desempregado há meses.
Com a resistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um
emprego em mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador
observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes
ideais e lhe perguntou:
-Qual foi seu último salário?
- "R$950,00", respondeu Juvenal.
- Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
-Jura?
-Que carro o Sr. tem?
- Na verdade, só tenho um fusquinha velhinho que nem anda mais!
-Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para
sua esposa! Tudo zero!
-Jura?
-O senhor viaja muito para o exterior?
-O mais longe que fui, foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
-Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para
Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
-E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque
tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã
(sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso
cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite
da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.
Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e
contou as boas novas.
Convidou todos os vizinhos para uma churrascada comemorativa a base de muita
música. Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da
noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta.
Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.
A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.
E a banda tocava!
E o choop gelado rolava!
O povo dançava!
Onze horas, Juvenal já era o rei da sua rua.
Gastou horrores para o povão encher a pança. Tudo por conta do primeiro
salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba,
meio assustada.
Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........
Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...
Era do Correio!
A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?
- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.
-Jogaram água na churrasqueira!
O chopp esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!
A motoca parou!
-Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- Si, si, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
-OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
-Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava...
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para
todos.
Silêncio total.
Respirou fundo e abriu o telegrama.
Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.- E agora?
Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo
que o encarava...
Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a
gritar eufórico.
- Mamãe Morreeeeuuu!!!!! Mamãe Morreeeeuuu!!!!!!!
Com a resistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um
emprego em mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador
observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes
ideais e lhe perguntou:
-Qual foi seu último salário?
- "R$950,00", respondeu Juvenal.
- Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
-Jura?
-Que carro o Sr. tem?
- Na verdade, só tenho um fusquinha velhinho que nem anda mais!
-Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para
sua esposa! Tudo zero!
-Jura?
-O senhor viaja muito para o exterior?
-O mais longe que fui, foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
-Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para
Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
-E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque
tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã
(sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso
cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite
da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.
Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e
contou as boas novas.
Convidou todos os vizinhos para uma churrascada comemorativa a base de muita
música. Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da
noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta.
Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.
A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.
E a banda tocava!
E o choop gelado rolava!
O povo dançava!
Onze horas, Juvenal já era o rei da sua rua.
Gastou horrores para o povão encher a pança. Tudo por conta do primeiro
salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba,
meio assustada.
Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........
Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...
Era do Correio!
A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?
- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.
-Jogaram água na churrasqueira!
O chopp esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!
A motoca parou!
-Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- Si, si, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
-OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
-Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava...
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para
todos.
Silêncio total.
Respirou fundo e abriu o telegrama.
Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.- E agora?
Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo
que o encarava...
Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a
gritar eufórico.
- Mamãe Morreeeeuuu!!!!! Mamãe Morreeeeuuu!!!!!!!
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