terça-feira, 26 de março de 2013

Pesquisa DataSenado: 66% das mulheres se sentem mais protegidas com Lei Maria da Penha

Passados quase sete anos de sua sanção, a Lei 11.340 de 2006, popularmente chamada de Lei Maria da Penha, incorporou-se ao repertório de informação das brasileiras, ainda que não esteja sendo plenamente aplicada. Pesquisa do DataSenado sobre violência contra a mulher constatou que, por todo o país, 99% das mulheres entrevistadas conhecem o seu teor ou pelo menos já ouviram falar da norma. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (26) pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Quinto de uma série iniciada em 2005 para mapear os avanços e dificuldades vividas pelas brasileiras no combate à violência, o levantamento realizado em fevereiro mostra também que 66% das mulheres passaram a se sentir mais protegidas depois da publicação Lei Maria da Penha. Entre as mais jovens, esse índice chega aos 71%. Foram entrevistadas 1.248 brasileiras, com idades a partir de 16 anos, de todas as unidades da federação. Os dados incluem mulheres de diferentes níveis de renda, escolaridade, credo ou raça.

- A série histórica das pesquisas é instrumento de controle social e modelo de acompanhamento na aplicação das leis aqui aprovadas. Os índices de cada pesquisa retratam como a sociedade reage à lei e também como as leis podem mudar para melhor atitudes e comportamentos - disse o presidente.

Agressões

Apesar das mudanças, a pesquisa do DataSenado revela também que há um longo caminho a ser percorrido no combate à violência contra as mulheres. Os dados permitem afirmar que aproximadamente uma em cada cinco brasileiras reconhece já ter sido vítima de violência doméstica ou familiar provocada por um homem.

Segundo o DataSenado, é possível estimar, a partir dos dados, que 700 mil brasileiras continuam sofrendo agressões, principalmente de seus companheiros, e que 13 milhões das mulheres – 19% da população feminina acima de 16 anos de idade – já foram vítimas de algum tipo de agressão.

Em todo o país, as mulheres de menor nível educacional ainda são as mais agredidas – 71% dessas, entre as que foram entrevistadas, relatam aumento de violência em seu cotidiano, enquanto que 31% das vitimas ainda convivem com o agressor. A violência física predomina, mas cresce o reconhecimento das agressões moral e psicológica.

Contradições

A pesquisa do DataSenado expõe também contradições resultantes do processo de aplicação da Lei Maria da Penha. Apesar da maioria absoluta das entrevistadas reconhecerem a proteção advinda da Lei, 63% delas avaliam que a violência contra as mulheres tem aumentado. Por outro, foi apurado também que a proporção daquelas que já foram vítimas de agressões está relativamente estável desde 2009. Além disso, os resultados de 2013 sobre o conhecimento, pelas entrevistadas, de alguma mulher que já tenha sofrido algum tipo de violência foram equivalentes aos resultados de 2011. Os números da pesquisa demonstram ainda que para a população feminina as leis por si só não são capazes de resolver o problema da violência doméstica e familiar. Essa é a opinião de quase 80% das entrevistadas.

A análise dos pesquisadores do DataSenado, diante desses resultados, é de que, se os dados demonstram não terem crescido nem os percentuais de mulheres que admitem ter sido vítimas de violência, nem os percentuais de mulheres que afirmam conhecer vítimas, o grande volume de entrevistadas que acredita no aumento da violência doméstica e familiar contra a mulher, na verdade, indica um aumento do nível de conhecimento sobre o problema

Denúncias

O levantamento revela que ainda há resistência por parte das mulheres em procurar algum tipo de ajuda após sofrerem agressões. Mais de 50% das entrevistadas que relataram ter sofrido algum tipo de violência afirmam ter buscado ajuda apenas após a terceira agressão ou não ter procurado ajuda alguma.

Em relação à última agressão sofrida, 35% das vítimas oficializaram uma denúncia formal, contra os agressores, em delegacias comuns, em delegacias da mulher ou na Central de Atendimento à Mulher (180). Pelo menos 34% das vítimas procuraram alternativas à denúncia formal, como a ajuda de parentes, de amigos e de igrejas.

O medo, registra o DataSenado, ainda é o maior inibidor das denúncias de violência doméstica. A dependência financeira vem em segundo lugar. A vergonha da agressão também é apontada como motivo para não denunciar, e é mais frequente conforme cresce a escolaridade e a renda das entrevistadas.

Mas a pesquisa do DataSenado trouxe uma boa notícia: Dados revelam que a maioria das mulheres já admite a possibilidade de que qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma agressão física possa denunciar o fato às autoridades. Essa é a opinião de 60% das entrevistadas na pesquisa realizada este ano. Em 2011, apenas 41% admitiam a denúncia feita por qualquer pessoa.

Ranking

Em um ranking de 84 países, o Brasil é o sétimo no registro de assassinato de mulheres. Na América do Sul,o país só perde para a Colômbia e, na Europa, para a Rússia. Os números brasileiros desses assassinatos ainda são maiores do que os de todos os países árabes e de todos os africanos.

Metodologia

As pesquisas do DataSenado são feitas por meio de amostragem aleatória estratificada, com entrevistas telefônicas. A margem de erro admitida é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa deste ano foi realizada no período de 18 de fevereiro a 4 de março.

Agência Senado



A dor tem cara

Joanna chora ao receber medalha no Pan; nadadora inspira os jovens

Grande atleta Joana Maranhão chora o medo, a vergonha e a dor. É isso que é o esporte brasileiro? Impunidade? O que foi feito até agora? A lei Joana Maranhão? É pouco, tão pouco que ele tem medo de viver na mesma cidade que Eugênio Miranda, ex-treinador com quem Joanna trava processo na justiça após acusá-lo de abuso sexual. Além da pena da lei, os casos de pedofilia envolvendo dirigentes e atletas, deveriam ter um rigor maior, por exemplo com o banimento do esporte, da pessoa acusada.  

14 de janeiro

De propósito não fiz este comentário junto ao anterior. Então, de 14 de janeiro até agora, não foi feito mais nada. Naquela data eu falei que demoraria muito até darem os primeiros passos e não errei.

Projeto ambicioso quer captar até 2% do PIB via torcedor e fala em tornar Brasileirão maior do mundo

  Um ambicioso projeto para ajudar clubes brasileiros foi lançado na noite de segunda-feira dia 14 de janeiro no Memorial da América Latina, em São Paulo.

Dirigentes dos maiores clubes e autoridades do futebol brasileiro, atletas de renome  como Ronaldo Fenômeno,  jornalista e amantes do futebol, sendo apresentado o Movimento por um Futebol Melhor, programa sócio torcedor que pretende captar algo em torno de 2% do PIB do país.

O projeto tem como embaixador,  Ronaldo Fenômeno, que não só compareceu ao evento como  participou da apresentação no palco,  que tinha Galvão Bueno como mestre de  cerimônias. O  ex-jogador relembrou de quando jogava na Europa   e citou programas e planos dos grandes clubes do exterior para tentar endossar o entusiasmo sobre o projeto brasileiro. "O futebol brasileiro está dando um passo importante com o movimento. Na Europa eu via que tinham vários programas que, já no início da temporada, vendiam ingressos para os jogos o ano inteiro", declarou Ronaldo. 

O  maior artilheiro das Copas esqueceu de uma coisa, a Europa já avançou muito em educação, segurança, saúde, emprego, etc, na realidade os europeus chegaram a um ponto que no Brasil demorará muito:  ORGANIZAÇÃO. Aqui a corrupção mina os cofres dos times, os dirigentes só visam os bolsos, a locupletação, a bandidagem, o maucaratismo. Juízes não se envergonham de "roubar" descaradamente, mesmo debaixo das câmeras das tvs, dos flashes dos jornais e revistas além dos gritos dos narradores e repórteres.   AQUI, muita gente não vai aos estádios por falta de segurança. AQUI  as torcidas levam canhões para os  estádios e ainda levam para o exterior. AQUI levam a bebida é combustível para as brigas, as guerras já que também levam, faca, porrete, estilete, arma de fogo, etc.  AQUI a polícia atira na cabeça de torcedor. AQUI os cambistas deitam e rolam. AQUI é um caos. Comparemos o futebol brasileiro com o com o da Europa e teremos o nariz vermelho de vergonha,  tentemos vender ingresso para o ano todo..... vamos lá tentem...

É preciso muito, más muito esforço.  Não devemos nos enganar pensando que em 10 anos poderemos melhorar o comportamento tanto do dirigente como do torcedor.  Más como não se ganha na mega sena sem jogar, é preciso começar, dar o primeiro passo, e que não seja maior que a perna.

Música romântica

A webrádio  Românticos  que é uma das 17 do grupo 13 Rádios, está com sua audiência aumentando a cada dia, por conta das músicas que toca.  Como é uma das poucas aonde você ouve o estilo romântico/brega como Adilson Ramos, Altemar Dutra, Nilton César, Wando, Odair José, Diana, Amado Batista, José Ribeiro.... e muitos outros, é comum ainda a solicitação de  sequência com várias faixas. 

Na última sexta feira foi tocada uma sequencia de uma hora inteirinha com Altemar Dutra e outra com Adilson Ramos. Sempre no horário das 18 às 20 horas apresentaremos o que na realidade não é uma sequência e sim um especial, com astros da música brasileira.

Vale apena ouvir. Clique em Românticos

sábado, 23 de março de 2013

Hora do Planeta - Participe




Divulgue a Hora do Planeta

Espalhe a mensagem da Hora do Planeta 2013. Faça o download do material de mobilização e ajude o WWF-Brasil a disseminar essa iniciativa.

Hora do Planeta

Na foto acima, estudantes sentam em roda com velas durante a Hora do Planeta em Hanói, no Vietnã.


O Cristo Redentor - As  suas luzes serão apagadas das 20h30 às 21h30 de hoje.

Hora do Planeta, o que é?  

A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

QUANDO?
Sábado, dia 23 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes e participe da Hora do Planeta 2013.

ONDE?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2012, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.





sexta-feira, 22 de março de 2013

Os Royalties

A briga vai longe. Afinal os estados não produtores, vão ganhar a questão, ou os estados produtores vão perder?  Pera aí...é a mesma coisa.

Então: os estados produtores ganharão na justiça? Não sou a favor, nem contra, esperarei para ver o resultado, afinal a 'peleja' vai pegar fogo.

BBB: muito ruim, mas vende.

José Luiz Tejon Megido

"BBB: muito ruim, mas vende."
"Vivemos um tempo de transição, transformação de um consumo imbecil para o tal consumo consciente".....
 " Mas nesse jorro de fonte de mudanças, de falar mal disto e daquilo, eu pergunto: por que o BBB é uma merda, mas vende tanto? "
"Vende audiência, vende publicidade, vende merchandising, vende ligações, vende atenções, vende uso do tempo – da coisa mais preciosa de um ser humano, o tempo, o seu tempo, a sua atenção." 

Se o BBB vende tanto, não podemos mais falar de qualidade, de valorização do cliente, de colocar o consumidor em primeiro lugar. Precisamos falar de anunciantes conscientes. Se o veículo transmite, e se a audiência adora, o problema passa a ser do mercado anunciante. E quando você vai ver na missão, visão e valores dos anunciantes dessa droga underground psicanalítica de BBB, você vai encontrar palavras virtuosas, comprometimentos com a ética e a educação do cidadão, e entregas de alma, ao futuro valoroso da humanidade, porém, seus carros giram no BBB, suas marcas proliferam no BBB, e suas mais grotescas manipulações ilusoenganosas buscam vendas falsas de curto prazo na grande coisa ruim de um BBB.

Do site Exame-Abril

Bom, já viram que o José Luiz Tejon Megido, não gosta do BBB.  Chama de merda, diz que é ruim, e arremata .... MÁS VENDE.  Pronto, vender é o objetivo de todos produzem alguma coisa, ninguém produz 1000 carros por dia, para si próprio, milhares de pares de sapatos para sua família, e por aí vai.

O assinante do BBB gosta do "BBB'.  O assinante do Telecine, gosta do "Telecine". Quando assinamos um pacote de programação de TV, escolhemos o que gostamos, seja o que for já que estamos pagando. Por isso a variedade de canais, a facilidade do controle remoto,  a cada minuto procurando um programa "bom" e depois abandonado no sofá até terminar a atração "boa".

Imaginemos a Daslu, abarrotada de roupas IGUAIS......  !?!?  Passa pela cabeça de alguém um só tipo de veículo? Um modelo de casa, de guarda chuva, celular, jóia... imaginemos ainda todo mundo chegando no restaurante, sentando e o garçom servindo o mesmo prato, a mesma bebida, a mesma quantidade, o mesmo preço....

É ruim, más vende. Ruim para quem?  Quem fica horas vendo o BBB é porque gosta, resumindo PAGOU por um produto que GOSTA e se tem muita gente pagando e gostando, muitos produtos serão vendidos para esses assinantes.

Até logo.

Antonio Alves



Ainda o Facebook

Fazer sucesso no Facebook tornou-se quase uma obrigação para empresas que querem se aproximar de seus clientes. Com mais de 700 milhões de usuários no mundo e estimados 19 milhões de seguidores no Brasil, a rede social criada por Mark Zuckerberg é cobiçada por companhias que tentam conquistar a admiração de potenciais consumidores com suas fanpages. 

Um estudo realizado pela consultoria F.Biz mostra que as páginas com maior número de fãs são as que fazem promoções e oferecem alguma vantagem ao cliente. O site de compras coletivas Peixe Urbano, que oferece descontos de até 70% em produtos e serviços, está no topo da lista, com mais de 600 000 fãs. Ações que envolvam o internauta também fazem sucesso. Uma série de festas inspiradas em sugestões de consumidores fez a página brasileira da marca de vodca Smirnoff no Facebook chegar ao oitavo lugar da lista elaborada pela F.Biz.