terça-feira, 26 de março de 2013

Exame médico para caminhoneiro autônomo

14/03/2013 

Transportadores autônomos decargas podem ser obrigados a passar por avaliação anual de saúde, segundo projeto aprovado pela Comissão de Serviços deInfraestrutura (CI).

A matéria ainda precisa ser analisada pela CAS, onde receberá decisão terminativa, podendo então seguir para a Câmara dos Deputados, se aprovada.

O autor, Eduardo Amorim (PSC-SE), argumenta que os caminhoneiros estão sujeitos a condições detrabalho que provocam riscos à saúde, enfrentando jornada detrabalho excessiva, pouco tempo para repouso, alimentação irregular, postura inadequada e estresse psicológico causado pela condução nas estradas. Ainda segundo o senador, esses motoristas, por não terem vínculo empregatício, têm dificuldade de acesso a atendimento médico em saúde ocupacional.

Com a proposta, Amorim quer condicionar a renovação de inscrição no Registro Nacional deTransportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) ao controle da saúde física e psicológica desses profissionais.

De acordo com a proposta (PLS 407/12), as normas para a avaliação anual serão especificadas em regulamento e conduzidas pelo ­Sistema Único de Saúde (SUS).

O relator, Gim (PTB-DF), observou que motoristas com boa saúde física e psicológica dirigirão com mais atenção e cuidado, o que contribuirá para melhorar a segurança nas estradas.

— O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)registrou, em 2011, cerca de330 mil acidentes nas estradas federais, dos quais 93 mil envolveram veículos de carga — contou.

Flexa Ribeiro (PSDB-PA) informou que pretende apresentar emenda na CAE para que a medida também seja obrigatória para motoristas de ônibus.

Jornal do Senado

Davim quer mudar regras do DPvat

Republicando - Notícia de 21/11/2012 - Sociedade

Paulo Davim (PV-RN) anunciou que apresentará dois projetos de lei com objetivo de alterar a Lei 6.194/74, que institui o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por VeículosAutomotores de Via Terrestre (DPvat).

O primeiro projeto atualiza os valores de indenização por acidentes previstos a serem pagos pelo seguro, congelados desde 2007. O segundo permite que o laudo criminal elaborado pelo Instituto Médico Legal (IML) seja usado também como laudo pericial dos acidentes sobre os quais o seguro será pago. Atualmente, é necessária a emissão de dois laudos distintos: um para o processo criminal e outro para a seguradora responsável pelo DPvat.

— Acredito que esses dois projetos trazem benefícios concretos à população. O primeiro porque atualiza os valores das indenizações. O segundo porque deixa de sobrecarregar os médicos-legistas, que hoje precisam emitir dois laudos sobre o mesmo acidente — explicou o senador.

Jornal do Senado

Pesquisa DataSenado: 66% das mulheres se sentem mais protegidas com Lei Maria da Penha

Passados quase sete anos de sua sanção, a Lei 11.340 de 2006, popularmente chamada de Lei Maria da Penha, incorporou-se ao repertório de informação das brasileiras, ainda que não esteja sendo plenamente aplicada. Pesquisa do DataSenado sobre violência contra a mulher constatou que, por todo o país, 99% das mulheres entrevistadas conhecem o seu teor ou pelo menos já ouviram falar da norma. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (26) pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Quinto de uma série iniciada em 2005 para mapear os avanços e dificuldades vividas pelas brasileiras no combate à violência, o levantamento realizado em fevereiro mostra também que 66% das mulheres passaram a se sentir mais protegidas depois da publicação Lei Maria da Penha. Entre as mais jovens, esse índice chega aos 71%. Foram entrevistadas 1.248 brasileiras, com idades a partir de 16 anos, de todas as unidades da federação. Os dados incluem mulheres de diferentes níveis de renda, escolaridade, credo ou raça.

- A série histórica das pesquisas é instrumento de controle social e modelo de acompanhamento na aplicação das leis aqui aprovadas. Os índices de cada pesquisa retratam como a sociedade reage à lei e também como as leis podem mudar para melhor atitudes e comportamentos - disse o presidente.

Agressões

Apesar das mudanças, a pesquisa do DataSenado revela também que há um longo caminho a ser percorrido no combate à violência contra as mulheres. Os dados permitem afirmar que aproximadamente uma em cada cinco brasileiras reconhece já ter sido vítima de violência doméstica ou familiar provocada por um homem.

Segundo o DataSenado, é possível estimar, a partir dos dados, que 700 mil brasileiras continuam sofrendo agressões, principalmente de seus companheiros, e que 13 milhões das mulheres – 19% da população feminina acima de 16 anos de idade – já foram vítimas de algum tipo de agressão.

Em todo o país, as mulheres de menor nível educacional ainda são as mais agredidas – 71% dessas, entre as que foram entrevistadas, relatam aumento de violência em seu cotidiano, enquanto que 31% das vitimas ainda convivem com o agressor. A violência física predomina, mas cresce o reconhecimento das agressões moral e psicológica.

Contradições

A pesquisa do DataSenado expõe também contradições resultantes do processo de aplicação da Lei Maria da Penha. Apesar da maioria absoluta das entrevistadas reconhecerem a proteção advinda da Lei, 63% delas avaliam que a violência contra as mulheres tem aumentado. Por outro, foi apurado também que a proporção daquelas que já foram vítimas de agressões está relativamente estável desde 2009. Além disso, os resultados de 2013 sobre o conhecimento, pelas entrevistadas, de alguma mulher que já tenha sofrido algum tipo de violência foram equivalentes aos resultados de 2011. Os números da pesquisa demonstram ainda que para a população feminina as leis por si só não são capazes de resolver o problema da violência doméstica e familiar. Essa é a opinião de quase 80% das entrevistadas.

A análise dos pesquisadores do DataSenado, diante desses resultados, é de que, se os dados demonstram não terem crescido nem os percentuais de mulheres que admitem ter sido vítimas de violência, nem os percentuais de mulheres que afirmam conhecer vítimas, o grande volume de entrevistadas que acredita no aumento da violência doméstica e familiar contra a mulher, na verdade, indica um aumento do nível de conhecimento sobre o problema

Denúncias

O levantamento revela que ainda há resistência por parte das mulheres em procurar algum tipo de ajuda após sofrerem agressões. Mais de 50% das entrevistadas que relataram ter sofrido algum tipo de violência afirmam ter buscado ajuda apenas após a terceira agressão ou não ter procurado ajuda alguma.

Em relação à última agressão sofrida, 35% das vítimas oficializaram uma denúncia formal, contra os agressores, em delegacias comuns, em delegacias da mulher ou na Central de Atendimento à Mulher (180). Pelo menos 34% das vítimas procuraram alternativas à denúncia formal, como a ajuda de parentes, de amigos e de igrejas.

O medo, registra o DataSenado, ainda é o maior inibidor das denúncias de violência doméstica. A dependência financeira vem em segundo lugar. A vergonha da agressão também é apontada como motivo para não denunciar, e é mais frequente conforme cresce a escolaridade e a renda das entrevistadas.

Mas a pesquisa do DataSenado trouxe uma boa notícia: Dados revelam que a maioria das mulheres já admite a possibilidade de que qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma agressão física possa denunciar o fato às autoridades. Essa é a opinião de 60% das entrevistadas na pesquisa realizada este ano. Em 2011, apenas 41% admitiam a denúncia feita por qualquer pessoa.

Ranking

Em um ranking de 84 países, o Brasil é o sétimo no registro de assassinato de mulheres. Na América do Sul,o país só perde para a Colômbia e, na Europa, para a Rússia. Os números brasileiros desses assassinatos ainda são maiores do que os de todos os países árabes e de todos os africanos.

Metodologia

As pesquisas do DataSenado são feitas por meio de amostragem aleatória estratificada, com entrevistas telefônicas. A margem de erro admitida é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa deste ano foi realizada no período de 18 de fevereiro a 4 de março.

Agência Senado



A dor tem cara

Joanna chora ao receber medalha no Pan; nadadora inspira os jovens

Grande atleta Joana Maranhão chora o medo, a vergonha e a dor. É isso que é o esporte brasileiro? Impunidade? O que foi feito até agora? A lei Joana Maranhão? É pouco, tão pouco que ele tem medo de viver na mesma cidade que Eugênio Miranda, ex-treinador com quem Joanna trava processo na justiça após acusá-lo de abuso sexual. Além da pena da lei, os casos de pedofilia envolvendo dirigentes e atletas, deveriam ter um rigor maior, por exemplo com o banimento do esporte, da pessoa acusada.  

14 de janeiro

De propósito não fiz este comentário junto ao anterior. Então, de 14 de janeiro até agora, não foi feito mais nada. Naquela data eu falei que demoraria muito até darem os primeiros passos e não errei.

Projeto ambicioso quer captar até 2% do PIB via torcedor e fala em tornar Brasileirão maior do mundo

  Um ambicioso projeto para ajudar clubes brasileiros foi lançado na noite de segunda-feira dia 14 de janeiro no Memorial da América Latina, em São Paulo.

Dirigentes dos maiores clubes e autoridades do futebol brasileiro, atletas de renome  como Ronaldo Fenômeno,  jornalista e amantes do futebol, sendo apresentado o Movimento por um Futebol Melhor, programa sócio torcedor que pretende captar algo em torno de 2% do PIB do país.

O projeto tem como embaixador,  Ronaldo Fenômeno, que não só compareceu ao evento como  participou da apresentação no palco,  que tinha Galvão Bueno como mestre de  cerimônias. O  ex-jogador relembrou de quando jogava na Europa   e citou programas e planos dos grandes clubes do exterior para tentar endossar o entusiasmo sobre o projeto brasileiro. "O futebol brasileiro está dando um passo importante com o movimento. Na Europa eu via que tinham vários programas que, já no início da temporada, vendiam ingressos para os jogos o ano inteiro", declarou Ronaldo. 

O  maior artilheiro das Copas esqueceu de uma coisa, a Europa já avançou muito em educação, segurança, saúde, emprego, etc, na realidade os europeus chegaram a um ponto que no Brasil demorará muito:  ORGANIZAÇÃO. Aqui a corrupção mina os cofres dos times, os dirigentes só visam os bolsos, a locupletação, a bandidagem, o maucaratismo. Juízes não se envergonham de "roubar" descaradamente, mesmo debaixo das câmeras das tvs, dos flashes dos jornais e revistas além dos gritos dos narradores e repórteres.   AQUI, muita gente não vai aos estádios por falta de segurança. AQUI  as torcidas levam canhões para os  estádios e ainda levam para o exterior. AQUI levam a bebida é combustível para as brigas, as guerras já que também levam, faca, porrete, estilete, arma de fogo, etc.  AQUI a polícia atira na cabeça de torcedor. AQUI os cambistas deitam e rolam. AQUI é um caos. Comparemos o futebol brasileiro com o com o da Europa e teremos o nariz vermelho de vergonha,  tentemos vender ingresso para o ano todo..... vamos lá tentem...

É preciso muito, más muito esforço.  Não devemos nos enganar pensando que em 10 anos poderemos melhorar o comportamento tanto do dirigente como do torcedor.  Más como não se ganha na mega sena sem jogar, é preciso começar, dar o primeiro passo, e que não seja maior que a perna.

Música romântica

A webrádio  Românticos  que é uma das 17 do grupo 13 Rádios, está com sua audiência aumentando a cada dia, por conta das músicas que toca.  Como é uma das poucas aonde você ouve o estilo romântico/brega como Adilson Ramos, Altemar Dutra, Nilton César, Wando, Odair José, Diana, Amado Batista, José Ribeiro.... e muitos outros, é comum ainda a solicitação de  sequência com várias faixas. 

Na última sexta feira foi tocada uma sequencia de uma hora inteirinha com Altemar Dutra e outra com Adilson Ramos. Sempre no horário das 18 às 20 horas apresentaremos o que na realidade não é uma sequência e sim um especial, com astros da música brasileira.

Vale apena ouvir. Clique em Românticos

sábado, 23 de março de 2013

Hora do Planeta - Participe




Divulgue a Hora do Planeta

Espalhe a mensagem da Hora do Planeta 2013. Faça o download do material de mobilização e ajude o WWF-Brasil a disseminar essa iniciativa.

Hora do Planeta

Na foto acima, estudantes sentam em roda com velas durante a Hora do Planeta em Hanói, no Vietnã.


O Cristo Redentor - As  suas luzes serão apagadas das 20h30 às 21h30 de hoje.

Hora do Planeta, o que é?  

A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

QUANDO?
Sábado, dia 23 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes e participe da Hora do Planeta 2013.

ONDE?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2012, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.





sexta-feira, 22 de março de 2013

Os Royalties

A briga vai longe. Afinal os estados não produtores, vão ganhar a questão, ou os estados produtores vão perder?  Pera aí...é a mesma coisa.

Então: os estados produtores ganharão na justiça? Não sou a favor, nem contra, esperarei para ver o resultado, afinal a 'peleja' vai pegar fogo.