sexta-feira, 19 de março de 2010
Brasil vive a expectativa pelo julgamento da morte de Isabella Nardoni
Dataprev abre 1.018 vagas
Arruda deixa hospital
José Roberto Arruda já retornou à Superintendência da Polícia Federal de Brasília. O governador cassado do DF deixou o Instituto do Coração do Distrito Federal (ICDF) as 8h30 desta sexta-feira 19 de março, em cumprimento à determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou na noite de quinta, o pedido de prisão hospitalar apresentado pela defesa.
Crise em Brasília
O que a vida me ensinou
Reinaldo Polito lançou no princípio de novembro seu mais novo livro 'Para não deixar a conquista escapar pelos dedos'. Essa obra faz parte da coleção 'O que a vida me ensinou', publicada pelas Editoras Saraiva e Versar.Veja o que o autor fala sobre o livro:
'Quando o editor Luís Colombini me convidou para escrever um dos livros da coleção 'O que a vida me ensinou' fiquei surpreso. Que interesse alguém poderia ter pela minha história? Aceitei o convite tendo como propósito contar com o coração aberto o que fiz ao longo da vida como estudante, professor, escritor, palestrante e empresário. Achei que a minha história serviria de reflexão para que outros profissionais pudessem avaliar os caminhos que percorreram ou pretendem percorrer. Gostei de escrever esse novo livro. Depois de publicar 18 obras, pela primeira vez escrevi um livro que não ensina técnicas de comunicação. Seu objetivo é o de mostrar como partindo de uma origem humilde e sem experiência como empresário foi possível me realizar munido principalmente pela paixão e pela determinação.'
Saiba um pouco mais sobre a coleção 'O que a vida me ensinou'.
A coleção 'O que a vida me ensinou' tem por objetivo publicar obras de profissionais que se destacaram em suas atividades. Cada um desses autores fala sobre sua carreira, sua vida e sua atividade. Como é que entre milhares de profissionais na área da publicidade, da medicina, do magistério alguém conseguiu se destacar? Que caminhos trilharam? Que decisões tomaram? Que riscos assumiram? Que erros cometeram? E, talvez, a informação mais importante: o que você leitor poderá aprender com essa experiência?
Os livros darão resposta a todas essas indagações e a muitas outras perguntas que você gostaria de fazer. São obras que farão você refletir sobre as decisões que tomou e sobre os caminhos que gostaria de percorrer.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Jogo contra a pobreza reúne Kaká e Zidane em Portugal
Segundo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento toda a renda arrecadada este ano seguirá para os esforços de ajuda humanitária às vítimas do terremoto e à reconstrução do Haiti.Jogo será em Portugal
Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.
Quarenta estrelas do futebol internacional vão se reunir nesta segunda-feira em Lisboa, Portugal, para o 'Jogo contra a Pobreza', partida beneficente anual promovida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud.
O objetivo do evento é angariar fundos para reduzir o flagelo e ressaltar os esforços para combater o problema no mundo.
Haiti
Segundo o Pnud toda a renda arrecadada este ano seguirá para os esforços de ajuda humanitária às vítimas do terremoto e à reconstrução do Haiti.
Dois jogadores haitianos que defendem clubes portugueses devem participar da partida, além do brasileiro Kaká, que irá representar Ronaldo, do português Figo e do francês Zidane, entre outros nomes.
Zidane é Embaixador da Boa Vontade do Pnud e Kaká é Embaixador da Boa Vontade do Programa Mundial de Alimentos, PMA.
A agência da ONU afirma que a intenção também é chamar a atenção para as Metas do Milênio, que tem como um dos objetivos reduzir a pobreza pela metade no mundo até 2015. Eventos anteriores já ajudaram iniciativas na Ásia, África e América Latina
FMI e Brasil oficializam acordo de US$10 bilhões
Operação prevê que os recursos brasileiros sejam disponibilizados em até dois anos; valor deve ser utilizado para socorrer países em dificuldade financeira.Acordo com FMI
Julia Borba, da Rádio ONU em Nova York.*
O Fundo Monetário Internacional, FMI, e o governo brasileiro anunciaram um acordo de US$10 bilhões, cerca de R$18 bilhões.
Em comunicado à imprensa, a organização financeira afirma que a operação é uma espécie de empréstimo concedido pelo Brasil, que deve ser empregado pelo fundo para socorrer economias em dificuldade.
Transação
De acordo com o FMI, a transação funciona por meio de compra de notas emitidas pelo próprio órgão.
No caso brasileiro, o valor total dos recursos deve ser utilizado em um prazo de até dois anos.
Após concluída a negociação, na última sexta-feira, o FMI anunciou que o valor disponibilizado pelo Brasil será somado aos demais recursos, solicitados desde abril de 2009.
*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
Unesco quer reativação do sistema educacional no Haiti
Agência da ONU afirmou que as três universidades da capital Porto Príncipe e o edifício do Ministério da Educação estão praticamente em ruínas; Unesco está buscando recursos para três projetos educacionais avaliados em US$1,9 milhão, quase R$3,5 milhões.Crianças sem escola
Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, afirmou que o sistema educacional no Haiti foi severamente afetado pelo terremoto de 12 de janeiro.
Segundo a agência da ONU, pelo menos metade das 15 mil escolas de ensino primário e das 1,5 mil de nível secundário foram danificadas ou destruídas.
Ruínas
A Unesco também afirmou que as três universidades da capital Porto Príncipe e o edifício do Ministério da Educação estão praticamente em ruínas.
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura enfatizou que já enviou equipe de emergência para auxiliar nos esforços humanitários no país e que está buscando recursos para três projetos educacionais avaliados em US$1,9 milhão, quase R$3,5 milhões.
As iniciativas teriam enfoque na reativação imediata do ensino escolar e no fornecimento de educação de emergência de qualidade para os haitianos.
A Unesco disse ainda que pretende treinar professores e profissionais do setor na conscietização de desastres, dar assistência psicológica para estudantes de ensino médio e universitários, e educar autoridades com treinamento básico de planejamento e gestão de emergência.
Conferência em Montreal reúne países para analisar situação do Haiti
Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.
Representantes das Nações Unidas estão reunidos nesta segunda-feira em Montreal, no Canadá, com ministros de 12 países, funcionários do Fundo Monetário Internacional, FMI, e outras agências da ONU para debater as doações de emergência e o futuro do Haiti, quase duas semanas após o terremoto.
O encontro, intitulado 'Amigos do Haiti', vai dar prioridade à coordenação humanitária na ilha caribenha após o tremor de terra que, segundo o governo do país, deixou 100 mil mortos e três milhões de pessoas afetadas.
Compromisso
Participam da reunião a administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, Helen Clark, o coordenador humanitário da ONU, John Holmes, o atual chefe da Missão no Haiti, Minustah, Edmond Mulet, além de outras autoridades, como o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim.
A administradora do Pnud, Helen Clark, declarou antes do encontro que é importante que exista um compromisso para financiar todos os aspectos do apelo humanitário lançado pelas Nações Unidas, incluindo os primeiros esforços de recuperação no país.
Ela também afirmou que o plano de reconstrução no Haiti deve incluir a capacidade do governo, infraestrutura pública e residências programadas para a gestão de risco de desastres.
Recursos
Os recursos devem ser destinados para a população mais afetada pela catástrofe.
O Pnud iniciou semana passada programa de pagamento de dinheiro para haitianos que ajudem nos esforços de recuperação do país, como retirada de entulho e reparos nas ruas.
Segundo a agência da ONU, seis mil pessoas já estariam sendo beneficiadas pela iniciativa.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Ban: Tamanho do desastre no Haiti está mais claro
Ban Ki-moon pediu aos países membros, durante reunião na Assembleia Geral, mais contribuições ao apelo humanitário de US$575 milhões, R$1 bilhão, para o Haiti; ele disse que US$334 milhões, quase R$600 milhões já foram recebidos.Ban Ki-moon
Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta sexta-feira que o tamanho do desastre no Haiti está mais claro, dez dias após o terremoto.
Em pronunciamento na Assembleia Geral em Nova York, Ban afirmou que, segundo estatísticas do governo haitiano, pelo menos 75 mil pessoas morreram no desastre, 200 mil ficaram feridas e um milhão não tem onde morar.
Destruídos
Ele ressaltou que as equipes de resgate conseguiram retirar 123 pessoas vivas dos escombros, que as buscas continuam e as prioridades agora são assistência humanitária, segurança e o futuro da população.
O Secretário-Geral agradeceu a contribuição de tropas de países da América Latina, como Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, e outras regiões do mundo pela resposta espontânea de apoio para o pedido de mais policiais e militares para a Missão da ONU no país, a Minustah.
Ban Ki-moon enfatizou que o governo haitiano foi fortemente atingido pelo terremoto, com infraestrutura em colapso, ministérios, escolas e presídios destruídos. Ele afirmou que mais de 4 mil prisioneiros escaparam da penitenciária nacional de Porto Príncipe.
Pagamento
Ele também lembrou que 70 funcionários da ONU morreram na tragédia e 146 continuam desaparecidos. Ban enfatizou que as Nações Unidas devem continuar ajudando na reconstrução do país.
O Secretário-Geral disse que a ONU está buscando US$41 milhões, mais de R$70 milhões para apoiar a iniciativa 'Dinheiro por Trabalho', lançada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud.
Segundo Ban Ki-moon, o projeto prevê pagamento de US$5, cerca de R$9, a haitianos que ajudem na retirada de entulhos das ruas, em demolições, reconstrução, entrega de material de assistência e acampamentos para sem teto.
Ele também pediu aos países membros mais contribuições ao apelo humanitário de US$575 milhões, R$1 bilhão, para o Haiti. Ban disse que US$334 milhões, quase R$600 milhões já foram recebidos.
