terça-feira, 11 de maio de 2010
Luís Inácio (300 picaretas)
Então relembremos aí.
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(Em7 A)
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
(Em)
Eles ficaram ofendidos com a afirmação
Que reflete na verdade o sentimento da nação
É lobby, é conchavo, é propina e jeton
Variações do mesmo tema sem sair do tom
Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei
Uma cidade que fabrica sua própria lei
Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia
Se essa palhaçada fosse na Cinelândia
Ia juntar muita gente pra pegar na saída
(Em A E7 A)
Pra fazer justiça uma vez na vida
Eu me vali deste discurso panfletário
Mas a minha burrice faz aniversário
Ao permitir que num país como o Brasil
Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado
Por um par se sapatos, um saco de farinha
A nossa imensa massa de iletrados
Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez
O congresso continua a serviço de vocês
Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão
Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição
Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena
João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena
De exemplo em exemplo aprendemos a lição
Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão
De rádio FM e de televisão
Rádio FM e televisão
(Em7 A)
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
(Em)
Eles ficaram ofendidos com a afirmação
Que reflete na verdade o sentimento da nação
É lobby, é conchavo, é propina e jeton
Variações do mesmo tema sem sair do tom
Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei
Uma cidade que fabrica sua própria lei
Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia
Se essa palhaçada fosse na Cinelândia
Ia juntar muita gente pra pegar na saída
(Em A E7 A)
Pra fazer justiça uma vez na vida
Eu me vali deste discurso panfletário
Mas a minha burrice faz aniversário
Ao permitir que num país como o Brasil
Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado
Por um par se sapatos, um saco de farinha
A nossa imensa massa de iletrados
Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez
O congresso continua a serviço de vocês
Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão
Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição
Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena
João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena
De exemplo em exemplo aprendemos a lição
Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão
De rádio FM e de televisão
Rádio FM e televisão
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
PF VAI UTILIZAR SCANNERS DE CORPO EM AEROPORTOS
Os body scans foram doados à PF pelo governo dos Estados Unidos por meio de acordo de cooperação firmado com o governo brasileiro para enfrentamento do tráfico transnacional de drogas ilegais.
O uso dos body scans permitirá detectar, de forma menos invasiva, drogas, armas, explosivos e outros objetos suspeitos transportados pelos passageiros. Ao passar pelo portal do aparelho, é gerada uma imagem da estrutura orgânica e óssea da pessoa que permite a identificação de objetos suspeitos escondidos sob as roupas do passageiro ou introduzidos no interior de seu corpo. A utilização do equipamento é rápida, individual e reservada, preservando o cidadão de uma busca pessoal invasiva e mais demorada.
A aquisição dos body scans foi previamente autorizada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, que comprovou ser inofensivo à saúde humana. O nível de radiação emitida pelo aparelho está muito abaixo dos limites internacionais de segurança. Equipamentos semelhantes são utilizados em vários países para reforçar a segurança em portos, aeroportos, estações ferroviárias e presídios.
A PF pretende instalar body scans nos principais aeroportos brasileiros como parte da estratégia de aperfeiçoamento da segurança do transporte aéreo e preparação do País para a realização da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
Fonte: Agência de Notícias da Polícia Federal
PF RECUPERA CAMINHÃO DO GOVERNO FEDERAL TOMADO POR ÍNDIOS
Ilhéus/BA – Nesta sexta-feira, 07, uma equipe de policiais da Delegacia de Polícia Federal em Ilhéus encontrou um caminhão que participava do Projeto Luz Para Todos, do Governo Federal, e que havia sido tomado por índios Tupinambás da Serra do Padeiro.
A ação dos Tupinambás, que ocorrera em 15 de fevereiro deste ano, foi protagonizada por índios comandados pelo cacique Babau. Eles interceptaram a equipe de uma empresa que prestava serviço para a COELBA, a fim de permitir a execução do Projeto do Governo Federal apenas em locais indicados pelo Cacique. Para garantir suas pretensões, os indígenas então retiveram o caminhão e todos os equipamentos de uso para a obra. Numa ação realizada hoje, policiais federais encontraram um caminhão escondido em meio ao matagal, nas proximidades da Serra do Padeiro, que logo foi identificado como o veículo tomado pelos índios no referido episódio. E ao proceder a transferência deste, do local encontrado para a Delegacia de Ilhéus, um dos veículos que participava da remoção foi atingido por um disparo. Agora, os dois caminhões, tanto o que havia sido tomado pelos índios, quanto o alvejado, serão periciados, inclusive para precisar se o disparo foi proveniente de uma arma de fogo.
Por Comunicação Social/ Delegacia de Polícia Federal em Ilhéus
(73) 3234-2300
Em clima de Copa, Câmara escala seleção de gazeteiros
Fonte: Correio Braziliense
Mercados ganham, a política perde
O BIS (Banco de Compensações Internacionais, uma espécie de banco central dos bancos centrais) divulgou ontem o seu relatório sobre essa opaca atividade financeira batizada de derivativos OTC ("over-the-counter", não necessariamente registrados em algum mecanismo de regulação/supervisão do sistema financeiro).
Derivativos são, para simplificar, apostas em determinados ativos, como valor de uma moeda, juros, commodities etc.
Ao terminar 2009, o total desse tipo de apostas subira 2% sobre 2008, para chegar a US$ 650 trilhões. Sim, trilhões. A riqueza tangível do mundo (bens e serviços) era então de cerca de US$ 70 trilhões, pouco mais de um décimo do valor (suposto) de papéis intangíveis.
Alguma surpresa com o fato de que os mercados financeiros em que se negociam os OTCs e tantos outros instrumentos, muitos igualmente opacos, estejam dando uma formidável surra nos governos?
O formidável pacote de suporte ao euro e aos países que o utilizam, divulgado na madrugada de ontem, é apenas a mais recente evidência de que há descompassos na economia mundial que ou são corrigidos ou manterão o planeta com o coração na mão por muitos e muitos anos.
Como disse no domingo a "El País" Felipe González, ex-presidente do governo espanhol, hoje coordenador do chamado "grupo de sábios" que busca desenhar a Europa do futuro, "se a economia mundial cresce 4%, o comércio mundial, 4,5%, e os movimentos de capital, 60% acumulados, algo não funciona bem" (os números referem-se a 1999; de lá para cá, a relação só piorou).
Tanto não funciona que, há apenas um ano, o G20, o clube das 20 maiores economias mundiais, anunciava em Londres, solenemente, que mobilizaria US$ 1,1 trilhão para evitar uma colapso econômico, provocado, em grande medida, pelos OTCs e seus parentes próximos ou não tão próximos.
Agora, vêm a União Europeia e os bancos centrais do mundo rico anunciar outros US$ 750 bilhões. Sem eles, diz o ministro belga de Finanças, Didier Reynders, haveria "outro Lehman Brothers" (alusão à quebra dessa instituição norte-americana que precipitou o colapso de 2008).
Parece óbvio que o mundo não pode funcionar de pacote em pacote.
O primeiro descompasso está na velocidade de ação: os operadores de mercado tomam suas decisões em segundos; os governos forçosamente tardam tempo bem maior para agir ou reagir.
O cálculo das autoridades europeias era o de que a recuperação da economia mundial ajudaria no crescimento de cada país de tal forma que poderiam reduzir seus deficit gradualmente e, assim, evitar o calote.
Aliás, grande parte do deficit foi provocado exatamente pela necessidade de socorrer bancos quebrados, entre outras áreas do setor privado. Ou seja, não se trata, desta vez, de um deficit gerado pela compulsão dos governantes, antiga como o mundo, a gastar demais.
A Espanha, por exemplo, tinha em 2007, antes, portanto, do Lehman Brothers, um saldo nas suas contas: arrecadava o equivalente a 41,1% de seu PIB e gastava apenas 39,2%. "Lucro", portanto, de 1,9 ponto percentual.
A necessária lentidão para operar a redução dos deficit acabou atropelada pelo que o ministro das Finanças da Suécia, Anders Borg, classificou de "lobos" do mercado financeiro, atacando um país atrás do outro.
Racionalidade
Parte desses ataques tem de fato racionalidade econômica. No caso da Grécia, houve até fraude nas estatísticas (estimulada, aliás, por um dos "lobos").
Mas há neles uma evidência do segundo descompasso: governos têm que seguir regras, inclusive a de submeter decisões como a de lançar o pacote desta segunda-feira a seus Parlamentos. A parte mais aventureira dos mercados financeiros, ao contrário, foi liberada da regulação.
De novo, Felipe González: "A maior contradição que estamos vivendo é que a operação de resgate das entidades financeiras privadas, provocada pelos seus próprios erros, fez-se à custa dos contribuintes e desequilibrou as contas públicas. Os operadores, agora, denunciam o desequilíbrio das contas públicas (...) para desestabilizar os mercados".
Esses descompassos foram apenas momentaneamente congelados pelo pacote europeu. Ainda haverá mais capítulos no que o presidente Barack Obama chamou de guerra com Wall Street.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
CONCLUÍDO EXAME DE DNA DOS MENINOS DE LUZIÂNIA
Brasília/DF - O Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal concluiu hoje, 10 de maio, os laudos dos exames de DNA referentes aos seis corpos e fragmentos ósseos encontrados na fazenda Buracão, em Luziânia/GO.
Atendendo a determinação do Juízo de Direito de Luziânia, a PF não revelará qualquer dado relativo aos resultados dos exames. Os laudos serão entregues amanhã, 11 de maio, ao delegado Juracy José Pereira da Polícia Civil e ao Ministério Público de Goiás.
Eventuais novas diligências, decorrentes dos exames entregues, ficarão a cargo da Polícia Civil de Goiás. Com a entrega dos laudos a PF praticamente finaliza sua atuação no caso, restando apenas um exame de DNA em instrumento apreendido com o suspeito.
Fonte: Agência de Notícias da Polícia Federal
Bebado caiu da espaçonave
Comentário:
taahrossi2604 Reparem no sarcasmo da Reporter ao perguntaar se o suposto alien é de outro planetaaa, e na caara do individuuo no Finaal do videeo.
kkkkkkkk '
EURIALTO.
Ditos populares - explicações
As primeiras telhas dos telhados nas Casas aqui no Brasil eram feitas de Argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.
Parte do telhado de uma fortaleza em Florianópolis (SC), construída no século XVIII.
•VOTO DE MINERVA:
Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa
Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
• CASA DA MÃE JOANA.
Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade de Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.
•CONTO DO VIGÁRIO:
Duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro. O negócio era o seguinte: colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro.
Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.
• FICAR A VER NAVIOS:
Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum, as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.
• NÃO ENTENDO PATAVINAS:
Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina significa não entender nada.
• O CANTO DO CISNE:
Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de
morrer. A expressão canto do cisne representa as últimas realizações de alguém.
• AGORA INÊS É MORTA:
Houve em portugal um rei D. Pedro (bem antes do nosso – sec. XIV) que tinha uma amante-amada (que não era a rainha) mas que ele cobria de atenções. Em uma viagem do rei, seus adversários políticos a mataram por acharem perigosa a relação dos dois. Ao voltar D. Pedro mandou desenterrá-la e coroá-la rainha. Mas aí.... Inês é morta!
• SANTINHA DO PAU OCO
Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era “recheado” com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.
• VÁ SE QUEIXAR AO BISPO
No tempo do Brasil colônia, por causa da necessidade de povoar as novas terras, a fertilidade na mulher era um predicado fundamental. Em função disso, elas eram autorizadas pela igreja a transar antes do casamento, única maneira de o noivo verificar se elas eram realmente férteis. Ocorre que muitos noivinhos fugiam depois do negócio feito. As mulheres iam queixar-se ao bispo, que mandava homens atrás do fujão.
• CHEGAR DE MÃOS ABANANDO
Os imigrantes, no século passado, deveriam trazer as ferramentas para o trabalho na terra. Aqueles que chegassem sem elas, ou seja, de mãos abanando, davam um indicativo de que não vinham dispostos ao trabalho árduo da terra virgem. Portanto, chagar de mãos abanando é não carregar nada.
• A VOZ DO POVO, A VOZ DE DEUS
As pessoas consultavam o deus Hermes, na cidade grega de Acaia, e faziam uma pergunta ao ouvido do ídolo. Depois o crente cobria a cabeça com um manto e saía à rua. As primeiras palavras que ele ouvisse eram a resposta a sua dúvida. Assim, a voz do povo, a voz de Deus.
• CHATO DE GALOCHA
Infelizmente, os chatos continuam a existir, ao contrário do acessório que deu origem a essa expressão. A galocha era um tipo de calçado de borracha colocado por cima dos sapatos para reforçá-los e protegê-los da chuva e da lama. Por isso, há uma hipótese de que a expressão tenha vindo da habilidade de reforçar o calçado. Ou seja, o chato de galocha seria um chato resistente e insistente, explica Valter Kehdi, professor de Língua Portuguesa e Filologia da Universidade de São Paulo. De acordo com Kehdi, há ainda a expressão chato de botas, calçados também resistentes, o que reafirma a idéia do chato reforçado.
• DO ARCO-DA-VELHA
Coisas do arco-da-velha são coisas inacreditáveis, absurdas. Arco-da-velha é como é chamado o arco-íris em Portugal, e existem muitas lendas sobre suas propriedades mágicas. Uma delas é beber a água de um lugar e devolvê-la em outro - tanto que há quem defenda que “arco-da-velha” venha de arco da bere (”de beber”, em italiano).
• O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER
Significado: Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade.
Histórico: Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
• ANDAR À TOA
Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.
Histórico: Toa é a corda com que uma embarcação remboca a outra. Um navio que está “à toa” é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros. Jorge Ferreira de Vasconcelos já escrevia, em 1619: Cuidou de levar à toa sua dama.
• DA PÁ VIRADA
Significado: Um sujeito da pá virada pode tanto ser um aventureiro corajoso como um vadio.
Histórico: a origem da palavra é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita. Hoje em dia, o sujeito da “pá virada”, parece-me, tem outro sentido. Ele é O “bom”. O significado das expressões mudam muito no Brasil com o passar do tempo.
• DEIXAR DE NHENHENHÉM
Significado: Conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona. Resmungo, rezinga.
Histórico: Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.
• ESTAR DE PAQUETE
Significado: Situação das mulheres quando estão menstruadas.
Histórico: Paquete, já nos ensina o Aurélio, é um das denominações de navio. A partir de 1810, chegava um paquete mensalmente, no mesmo dia, no Rio de Janeiro. E a bandeira vermelha da Inglaterra tremulava. Daí logo se vulgarizou a expressão sobre o ciclo menstrual das mulheres. Foi até escrita uma “Convenção Sobre o Estabelecimento dos Paquetes”, referindo-se, é claro, aos navios mensais.
• PENSANDO NA MORTE DE BEZERRA
Significado: Estar distante, pensativo, alheio a tudo.
Histórico: Esta é bíblica. Como vocês sabem, o bezerro era adorado pelos hebreus e sacrificados para Deus num altar. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Em vão. A bezerra foi oferecida aos céus e o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar “pensando na morte da bezerra”. Consta que meses depois veio a falecer.
• SEM EIRA NEM BEIRA:
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que
conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.
Aqui está um telhado com eira, beira e tribeira:
Copiado do Pedra Chata
Obrigado Fernanda por mais essa colaboração !!!
Ditos populares errados
CORRIGINDO OS DITOS POPULARES:
• Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão
O correto é: Batatinha quando nasce, espalha ramas pelo chão.
• Cor de burro quando foge.
O correto é: Corro de burro quando foge!
• Quem tem boca vai a Roma.
O correto é: Quem tem boca VAIA Roma.
• É a cara do pai, cuspido e escarrado.
O correto é: É a cara do pai esculpido em Carrara.(Carrara é um tipo de mármore, extraído da cidade de Carrara/Itália)
• Quem não tem cão, caça com gato.
O correto é: Quem não tem cão, caça como gato. (ou seja, sozinho!)
PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA DE UM LADRÃO DE CARROS
**(no final da entrevista ele faz um 'comercialzinho' para as Seguradoras E O pior é que ele está certo. Leiam.)**
PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com as coisas'.
TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, alugava um carro para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.
DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava.
Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.
BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de
Três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos
movimentadas'.
DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para lá.
No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma
pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na
seguradora'.
ENCOMENDAS
'Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me complico.
É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.
TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram
para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado está concorrido'.
CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na hora'.
CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro visível.
Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali.
Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de vender o carro, ainda vendo os acessórios.
Não coloque em rua calma demais'.
PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior.
Se Você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4.000,00 ou R$ 5.000,00.. Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a Recuperadora. O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos 10%, que a Seguradora paga'
JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.
PROFISSIONAIS
'No Rio só existe uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns,
Que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por dia'.
DOM
'O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos
Para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom'.
DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia) e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer é ter Seguro'.
AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.
COMENTÁRIO
Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena...
Mas...'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia, esse combustível... Pense nisso...
UM ALERTA. PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem se incorporadas no dia-a-dia:
Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em Postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote sempre o telefone comercial.
Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de ginastica, etc. Um extorsionário deduz desses sinais a vida de pessoa e os usa para fazer ameaças.
Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de crédito, peça boleto bancário..
O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.
O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas
Pelo fator comportamental.
Jamais reagir, só em filmes dá certo
O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não tem nada a perder.
Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só
manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do pneu do carro da frente.
O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente
comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
• Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
• Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro da
bolsa), posso pegar?
À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol
vermelho.
Não há registro de assalto com carro em movimento...
DIVULGUEM, ISTO É MUITO IMPORTANTE!
Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto - ICAP
Departamento de Polícia Técnica